6 hábitos simples que estão sabotando sua felicidade

Deixe-os ir e a felicidade te encontrará.

6 hábitos simples que estão sabotando sua felicidade

Todo mundo quer saber o que é preciso fazer para ser mais feliz. Nós ansiamos por uma combinação de lições, truques, inspiração, objetivos, estratégias, pílulas, ou até mesmo aplicativos que adicionarão mais felicidade e bem-estar às nossas vidas.

Mas, e se encontrar a felicidade é menos sobre o que devemos acrescentar e mais sobre o que devemos subtrair?

E se a maneira mais inteligente de encontrar a sua felicidade é se concentrar em remover as coisas que fazem você infeliz?

A chave para encontrar a felicidade é muitas vezes menos, e não mais. É sobre descobrir as coisas que estão te deixando infeliz e fazendo o seu melhor para eliminá-las.

E muitas vezes, essas coisas que nos tornam infelizes são hábitos: padrões sutis, mas poderosos, nos quais caímos – talvez desde a infância – que corroem nossa felicidade, dia após dia, mês após mês, ano após ano.

Veja os seis hábitos mais comuns que sabotam nossa felicidade e alguns pensamentos breves sobre como eliminá-los.

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1. Preocupar-se com o futuro e as opiniões de outras pessoas sobre você

Preocupar-se é o hábito mental de tentar resolver um problema que não pode ser resolvido ou que não é realmente um problema.

É fácil ser pego por esse hábito porque ele faz com que nos sintamos produtivos, como se estivéssemos, ao menos, fazendo alguma coisa sobre o problema. Isso evita o sentimento que mais odiamos: o desamparo.

A preocupação nos dá a ilusão de controle.

Mas o ponto é: às vezes ficamos desamparados.

Tem horas que as coisas são ruins, dolorosas ou aterrorizantes e não há nada que possamos fazer sobre isso.

Sim, algo terrível pode acontecer no futuro com você ou com as pessoas que você se importa.

E sim, algumas pessoas no fundo não gostam muito de você.

Preocupar-se com isso é negar da realidade. É como uma exigência da sua parte de que tudo seja do jeito que você quer. Uma tentativa de controlar o que está fundamentalmente fora do seu controle.

Coisas ruins acontecem. E tem pessoas que são idiotas.

Se preocupar com isso não vai mudar as coisas. Mas te levará a ter muita ansiedade.

Trabalhe para se tornar mais consciente do seu hábito de se preocupar, e então questione:

  • Estou resolvendo de maneira produtiva um problema genuíno ou fazendo ‘tempestade em copo d’água’?
  • Qual é a função da minha preocupação?
  • Qual o benefício que isso realmente me dá?

Aprenda a aceitar a dor do que é ou do que pode ser e deixe de lado seu hábito de preocupação e toda a ansiedade que isso gera.

Deus, conceda-me a serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, a coragem de mudar as coisas que posso e a sabedoria para saber a diferença.
– Reinhold Niebuhr


2. Isolar-se quando você está se sentindo para baixo

É estranho quando alguém que chora pede ‘desculpas’.

Por que você precisa se desculpar por sentir e expressar tristeza?

Um psicólogo diria que é porque é socialmente inaceitável ficar triste em público, a menos que seja um funeral, onde você pode chorar um pouco. Infelizmente fomos treinados desde que éramos crianças para nos controlar e mascarar nossas emoções porque elas são impróprias em público.

As lágrimas são realmente muito úteis. Elas são um sinal de que algo que você está falando é importante e valioso.

As emoções visivelmente dolorosas, como a tristeza, o medo e a frustração, ajudam a sinalizar para as pessoas ao nosso redor que estamos lutando e que podemos precisar de alguma ajuda ou apoio.

Você não precisa de estratégias de enfrentamento quando está triste, desanimado ou se sentindo sozinho, paralisado ou desamparado. Você precisa de pessoas. Você precisa de apoio. Você precisa de alguém para lhe dar um abraço, ouvir atentamente a sua história e compartilhar um pote de dois litros de sorvete com você.

Quando escondemos nossa dor e nos isolamos, jogamos fora o mais poderoso antidepressivo conhecido pelo homem – o apoio amoroso de pessoas que se importam com a gente.

Então, enquanto é totalmente natural se esconder e se isolar quando você está sentindo dor ou sofrendo, faça o oposto. Busque amparo. Peça ajuda. Conecte-se.

Somos como ilhas no mar, separadas na superfície, mas conectadas nas profundezas.
– William James


3. Mantendo-se quieto e “indo com o fluxo”

É uma verdade que a maioria das pessoas não gosta de conflito. Mas isso é porque a maioria das pessoas não sabe que há uma boa maneira de se envolver em um conflito.

A maioria de nós hesita em se defender porque temos medo de sermos vistos como agressivos, coniventes ou rudes. E assim, passamos a ser passivos, calmos e, em geral, apenas “seguimos o fluxo” (o que geralmente é apenas um eufemismo para ser um capacho).

Mas há uma estrada intermediária entre ser um capacho passivo e um valentão agressivo (ou passivo-agressivo): você pode ser assertivo.

Assertividade significa defender seus próprios desejos, necessidades e valores. Significa pedir o que você quer e dizer ‘não’ ao que você não quer de uma forma clara, respeitosa e honesta.

E assertividade é uma habilidade que qualquer um pode aprender.

O caminho para a autoestima genuína, confiança e autorrespeito é assertividade – através da disposição de alinhar suas ações com seus valores, não importando as circunstâncias.

Ficar em silêncio é como um câncer de crescimento lento para a alma. Não há nada de inteligente em não se opor. Você não pode vencer todas as batalhas. No entanto, todos saberão pelo menos o que você representa… VOCÊ.
– Shannon L. Alder


4. Falar coisas negativas para si mesmo

Todo mundo tem uma voz interna – aquela que conversa com a gente e que comenta sobre tudo, desde os sapatos para calçar até o que a secretária do seu chefe pensa sobre o seu novo corte de cabelo. É o nosso narrador interior que descreve constantemente a história da nossa vida à medida que ela se desenrola.

Infelizmente, muitos de nós A) não estão conscientes de nossa voz interna, e B) têm um estilo de voz interna crítico e brutalmente negativo.

Pense nisso: se você conversasse com outras pessoas do mesmo modo que conversa com você mesmo, provavelmente teria zero amigos, nenhum emprego e vários mandados de prisão.

A razão pela qual todos nós temos uma conversa interna tão dura e negativa é porque fomos ensinados, quando crianças, que ser “duro” consigo mesmo era motivador e a melhor maneira de se forçar a ser disciplinado e fazer as coisas.

Mas a verdade é que ter um general “falando” na sua orelha não é realmente uma boa fonte de motivação genuína. Mesmo que você seja o tipo de pessoa que tem sido razoavelmente disciplinado e bem-sucedido em suas atividades, isso provavelmente acontece apesar de sua conversa interior negativa, e não por causa dela.

Então, se a voz interna negativa não é motivadora, para que ela serve?

Para nada de bom. Mas funcionará para deixá-lo deprimido, ansioso, cronicamente culpado e, eventualmente, sem esperança.

Você tem esse ‘script’ de voz interna rodando na sua cabeça desde os 5 anos de idade.

E talvez agora pode ser uma boa hora para uma atualização.

Aquele que é capaz, forte e feliz deve deixar de ser um receptáculo passivo para as correntes negativas, miseráveis e impuras do pensamento.
– James Allen


5. Tentar gerenciar seu estresse

A maior mentira que todos nós já ouvimos sobre o estresse crônico é que você precisa saber administrá-lo.

Por que isso é mentira?

Porque quando você tenta controlar o estresse é porque você já está estressado!

Gerenciamento de estresse é um band-aid porque trata dos sintomas.

O que é até bom como último recurso, mas é uma estratégia terrível, porque nos distrai de pensar cuidadosamente sobre as verdadeiras causas do nosso estresse, aquilo que nos estressa (os estressores).

O estressor é a coisa que causa uma resposta ao estresse.

Se você está constantemente estressado, a solução a longo prazo é consertar a causa original do estresse (o estressor) e não a sensação (a resposta ao estresse).

Se você está constantemente estressado no trabalho, pode tentar trabalhar em exercícios de respiração mais profunda ou passar mais tempo registrando as coisas pelas quais você é grato. E com certeza, talvez o seu nível de estresse diminua por um tempo.

Mas isso não vai mudar o fato de você ainda vai se sentir péssimo em dizer “não” e de aceitar mais projetos do que você pode lidar razoavelmente.

Em outras palavras, sentir-se estressado no trabalho é o ‘mensageiro’ tentando lhe dizer que algo sobre como você trabalha está profundamente errado. Técnicas de gerenciamento de estresse, como exercícios de respiração profunda, estão efetivamente ‘matando o mensageiro’.

O estresse não é o problema. É a inundação constante de estressores em sua vida que está deixando você infeliz.

Aqui está outra maneira de pensar sobre isso:

A maneira como pensamos sobre o estresse crônico é como um Pronto Socorro de hospital, onde a única opção de tratamento é o Tylenol:

Levou um tiro? Toma um Tylenol.
Braço fraturado? Toma um Tylenol.
Ataque cardíaco? Toma um Tylenol.

Claro, um Tylenol pode fazer você se sentir um pouco melhor no momento. Mas ele não resolve a causa da dor.

Não há nada de errado com as técnicas tradicionais de gerenciamento de estresse, como respiração profunda ou atenção plena. O problema é o hábito de pensar no estresse crônico apenas em termos de como nos sentimos – nossa resposta ao estresse.

Na realidade, a parte mais importante da equação são os estressores que estão causando o estresse em primeiro lugar.


6. Acreditar em seus próprios pensamentos incondicionalmente

O que há de tão especial em seus pensamentos?

Sério, por que você dá tanta importância, autoridade e significado a tudo que surge em sua mente?

Surgiu a ideia na sua cabeça de que seu colega de trabalho acha que você é preguiçoso? E daí? Isso significa alguma coisa? O fato de você ter pensado sobre essa ideia é uma prova genuína de que é verdade? Isso significa que você tem ansiedade social? É apenas mais um sinal de que você tem baixa auto-estima e precisa entrar para ver um psiquiatra imediatamente?

Não.

Talvez eles achem que você é preguiçoso. Mas o fato de você ter pensado nisso não faz com que isso seja mais ou menos provável.

Se toda vez que pensamentos como esse surgirem em sua mente, você lhes der muita atenção, dispender energia mental sobre eles, e ficar analisando todos os significados por trás deles, você ensinará sua própria mente a lançar mais desses pensamentos em você.

Terreno fértil para um ciclo vicioso de pensamentos intrusivos crônicos e toda a ansiedade e angústia que os acompanham.

Lembre-se: seus pensamentos não são especiais. E muitos deles são ativamente prejudiciais se você mantiver o hábito de sempre dar-lhes toneladas de respeito e atenção.

Cultive um ceticismo saudável de seus próprios pensamentos. Aprenda a deixá-los.

Você será mais feliz por isso.

A principal causa da infelicidade nunca é a situação, mas seus pensamentos sobre ela. Esteja ciente dos pensamentos que você está pensando.
– Eckhart Tolle

Tudo que você precisa saber

Deixe de lado o hábito de preocupação.
Deixe de lado o hábito do isolamento.
Deixe de lado o hábito de ir com o fluxo.
Deixe de lado o hábito de falar sozinho.
Deixe de lado o hábito do gerenciamento do estresse.
Deixe de lado o hábito de envolver com todos seus pensamentos.
Deixe de lado os hábitos que o mantêm infeliz e você não terá que encontrar a felicidade. Ele te encontrará.

Empreendedores de sucesso tem um padrão de comportamento que faz com que vejam problemas como oportunidades transformando o que é ruim em algo bom e lucrativo.

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