7 palavras e frases para banir do seu vocabulário e conquistar mais confiança

7 palavras e frases para banir do seu vocabulário e conquistar mais confiança

Se você tem ótimas ideias, precisa saber como comunicá-las. No trabalho, assim como nos relacionamentos, tudo começa com sua capacidade de transmitir confiança.

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7 palavras e frases para banir do seu vocabulário e conquistar mais confiança

Mas um desafio que muitas pessoas enfrentam são os maus hábitos de fala que foram condicionados por nós ao longo dos anos.

Sem que tenhamos conhecimento, essas “muletas verbais” podem prejudicar nossos níveis de confiança internos e podem afetar negativamente a forma como somos percebidos no trabalho ou por outras pessoas do nosso convívio.

Nossos cérebros são naturalmente ajustados para a inteligência emocional. A mente é programada para captar nuances nas linguagens falada e não-verbal, como expressões faciais, tom de voz e linguagem corporal, e é por isso que muitas pessoas são tão hábeis em formar conexões interpessoais.

No caso das mulheres, em particular, isso indica que elas são mais propensas a se comportarem de maneira a preservar relacionamentos, o que na comunicação falada pode às vezes ser mal interpretado para demonstrar falta de autoridade e baixa confiança.

A boa notícia é que você pode reconectar hábitos de linguagem condicionados e se sentir mais confiante. Seja você homem ou mulher, saiba que é possível aproveitar sua coragem interior e canalizá-la para uma comunicação mais confiante.

Você está se colocando em desvantagem devido aos seus hábitos de fala? Fique atento a qualquer um dos itens abaixo que surgem no seu vocabulário e aprenda como eliminá-los.

7 palavras e frases para banir do seu vocabulário para mais confiança

“Apenas”
Esta palavra minimiza o poder de suas declarações e pode fazer você parecer defensivo. Dizendo: “Eu quero fazer apenas um comentário”, pode ser código para “Desculpe por ocupar seu tempo” ou “Desculpe se estou te incomodando”.

Muitas vezes pode ser um mecanismo de defesa usado inconscientemente para nos proteger da rejeição de ouvir “Não” ou uma maneira de evitar o desconforto de sentir que estamos pedindo demais.

Como resolver: Comece por reler seus e-mails e textos. Analise se suas comunicações escritas têm excesso “apenas” e exclua essa palavra. Observe o quanto mais forte e diretas as declarações soam. Então, gradualmente, mude para fazer o mesmo em comunicação falada em tempo real.

“Eu não sou especialista, mas …”
As pessas muitas vezes começam suas ideias com qualificativos como: “Não sei o que você pensa, mas …” Esse hábito de fala geralmente surge porque queremos evitar soar agressivos ou arrogantes, ou tememos estar errados.

O problema é que o uso de qualificadores pode negar a credibilidade de suas declarações. Todos nós, às vezes, oferecemos opiniões ou observações que não vão a lugar algum ou se mostram incorretas. Essa é a natureza de ser humano. Indicar que você pode estar errado antes de dizer qualquer coisa é um desperdício das suas palavras.

Como resolver: se você sabe que está propenso a usar os qualificadores de forma reflexiva, respire e conte até três antes de falar em uma reunião ou em uma ligação telefônica. Essa pausa lhe dá tempo para pensar, reformular sua declaração sem qualificação, dando às suas palavras um impacto maior.

“Eu não posso”
Quando você diz “Não posso”, está sacrificando a propriedade e o controle sobre suas ações. “Não posso fazer” é passivo, enquanto que dizer “não farei” alguma coisa é ativo. Isso mostra que você cria seus próprios limites.

Dizer “Não posso” transmite a ideia de que você não tem a habilidade de fazer algo, mas provavelmente está tentando dizer que não quer fazer isso.

Dizer “Eu não posso” conota um medo de fracasso ou falta de vontade em testar seus limites. Suas palavras moldam sua realidade, então dizer “Eu não posso” limita você e permite que o medo vença.

Como resolver: aumente a propriedade sobre o que você diz, substituindo “Eu não posso” por “Eu não vou”. Essa é uma maneira sutil, mas poderosa, de demonstrar ação, independência e controle – especialmente em ambientes de trabalho onde você pode sentir que há “mandões” ao redor.

Embora possa parecer intimidante a princípio, isso lhe dá a chance de afirmar seus limites para um melhor equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

“E se nós tentássemos …?”
Você tem mais probabilidade de ser confiável e levado a sério quando afirma suas ideias diretamente, em vez de citá-las como uma pergunta.

Mascarar suas opiniões como se fossem perguntas dá margem a refutação e podem levá-lo a se sentir criticado. Quando você apresenta uma ideia em forma de pergunta (quando não ela não é para ser uma pergunta) é o mesmo que sacrificar sua propriedade sobre a ideia.

É também uma forma de “pesquisar”, já que subconscientemente você não acha que suas próprias ideias são válidas ou valiosas, a menos que todos pensem assim. Isso pode remeter ao medo interior que muitas pessoas têm de “não serem bons o suficiente”.

Como resolver: sempre que você tiver uma sugestão, apresente como uma declaração em vez de uma pergunta.

A pergunta “E se nós tentássemos encontrar um novo tipo de clientes?” é muito menos adequada do que “Acho que podemos encontrar um novo tipo de clientes que será mais receptivo a nossos esforços de vendas”.

Há situações, como no Brainstorming, em que fazer perguntas para um grupo é apropriado. Antes de falar, pense primeiro na forma de uma pergunta e depois transforme essa pergunta em uma afirmação adicionando essas palavras: “Eu penso…” ou “Eu acredito…”. Isso fortalecerá a ideia que você está tentando transmitir.

“Isso é tipo… demais!”
Falar de forma coloquial ou usar gírias pode tirar a atenção do seu público sobre o que você está dizendo.

Um indicador comum desse tipo de vício é quando você levanta a sua voz no final das declarações. Isso pode indicar incerteza, fazer você parecer hesitante e criar uma falta de confiança entre você e seu público. A solução é encontrar maneiras de se comunicar com mais clareza, para que seus vícios de linguagem não diminuam sua mensagem.

Como resolver: perceba uma gíria que você costuma falar com frequência. Mentalmente crie uma palavra que é um sinônimo para ela e sempre que falar a gíria procure reformular a frase e incluir o sinônimo que você criou.

“Obrigado! :)”
Você não precisa usar pontos de exclamação ou emoticons para expressar seu entusiasmo sobre cada pequeno detalhe. A inclusão de sinais emocionais extras na linguagem toca em uma crença central (ou insegurança central) de que podemos nos preocupar em sermos percebidos como gentis, dignos ou amáveis o suficiente.

É uma “manutenção da paz” preventiva: estamos tentando garantir que nossa mensagem tenha sido recebida de forma positiva (uma falsa garantia que está totalmente fora de nosso controle).

Como resolver: Em vez de declarações gerais “isso é muuuito bom!”, Tente fazer observações mais específicas (“Parece que ter essa pessoa conosco será muito positivo para a nossa equipe”) que mostra seu interesse em uma conversa de um nível mais profissional. Para comunicações escritas, como e-mails, procure saber como a pessoa para a qual você está escrevendo se expressa e adeque sua linguagem à dela.

“Faz sentido?” ou “Você entende o que eu estou falando?”
Até antes de você ter feito essa pergunta, sim, eu entendia. Ao perguntar repetidamente, “Faz sentido?” ou “entende o que eu estou falando?”, você abre a possibilidade para o seu público se perguntar se, de fato, você está.

Enquanto você provavelmente está fazendo isso por acreditar que está encorajando a interação e checando sua própria eficácia pessoal, na verdade, isso demonstra uma crença subjacente que você pode ter de que você é um impostor, e não é qualificado para falar sobre o assunto.

Como resolver: Se você quiser checar a compreensão das pessoas sobre o que está dizendo e abrir espaço para engajamento, é melhor dizer: “Estou ansioso para ouvir seus comentários e suas perguntas”. Isso interrompe seu impulso de assumir responsabilidade por “consertar” situações e garantir que todos o entendam e comunique sua convicção em sua competência.

Sinais sutis na sua linguagem podem colocar em jogo a percepção das pessoas sobre sua confiança e profissionalismo. Ao observar essas armadilhas comuns e como elas impactam seu vocabulário pode elevar o nível de confiança em seu discurso.

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